I'm on the Highway to hell
No stop signs, speedin' limit
Nobody's gonna slow me down...

quinta-feira, 30 de julho de 2009

30 de julho de 2009

Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia... É.
O peripécia vai ser desativado até eu decidir o destino dele. Enquanto isso me inspiro aqui.
Sou tão pessimista. Adoraria mudar isso em mim mesma. Sou medrosa o suficiente pra parecer ridícula. Medo de coisas normais. Medo de sonhos que se tornam pesadelos que podem, respectivamente, tornar-se reais. Medo de uma pessoa que não conheço. Medo de animais vindo na minha direção. Medo do vento retrógrado. Muito medo. É uma palavra simples. Mas que eu conheço muito bem. Bem demais, para odiá-la. E o ódio é um sentimento tão medíocre. Tão medíocre.

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Fugi correndo. Sim, era uma distância realmente absurda pra ir em tão pouco tempo. Mas eu fui. Passei por aquelas árvores, rios, e ventos que eu já havia passado antes, em outros sonhos. Atravessei o portão, e depois a pequena estradinha de areia que levava até o hall de entrada. Eu sabia que estava errada. Fugir. Mas eu estava lá. E foi bom. Enquanto não fui descoberta. Quando nós dois percebemos que ela se aproximava, entramos em pânico, principalmente eu. Estava desesperada. Corri para baixo da cama. E ali fiquei. Ela atravessou todas as portas dizendo: 'eu sei que ela está aqui!' Eu estava absurdamente com muito, muito medo mesmo. Então, quando parecia que ela acabara sua busca, lembrou-se: 'hm, esqueci do quarto'. Foi quando, em questão de segundos, ela me puxou pela perna. Proibiu-me. Eu chorava demaziadamente. Eu chorava demais. Era um pavor horrível. Foi quando eu percebi que não estava acontecendo. Foi quando me acalmei. Tive vontade de levantar e abraçá-la. Eu tive. Mas não fui. Ainda lembro que foi um dos piores. Imagine perder seu amor. Jamais quero ter essa experiência novamente, deixo dito.

Relatos de meu último sonho, por J.