Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia... É.
O peripécia vai ser desativado até eu decidir o destino dele. Enquanto isso me inspiro aqui.
Sou tão pessimista. Adoraria mudar isso em mim mesma. Sou medrosa o suficiente pra parecer ridícula. Medo de coisas normais. Medo de sonhos que se tornam pesadelos que podem, respectivamente, tornar-se reais. Medo de uma pessoa que não conheço. Medo de animais vindo na minha direção. Medo do vento retrógrado. Muito medo. É uma palavra simples. Mas que eu conheço muito bem. Bem demais, para odiá-la. E o ódio é um sentimento tão medíocre. Tão medíocre.
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Fugi correndo. Sim, era uma distância realmente absurda pra ir em tão pouco tempo. Mas eu fui. Passei por aquelas árvores, rios, e ventos que eu já havia passado antes, em outros sonhos. Atravessei o portão, e depois a pequena estradinha de areia que levava até o hall de entrada. Eu sabia que estava errada. Fugir. Mas eu estava lá. E foi bom. Enquanto não fui descoberta. Quando nós dois percebemos que ela se aproximava, entramos em pânico, principalmente eu. Estava desesperada. Corri para baixo da cama. E ali fiquei. Ela atravessou todas as portas dizendo: 'eu sei que ela está aqui!' Eu estava absurdamente com muito, muito medo mesmo. Então, quando parecia que ela acabara sua busca, lembrou-se: 'hm, esqueci do quarto'. Foi quando, em questão de segundos, ela me puxou pela perna. Proibiu-me. Eu chorava demaziadamente. Eu chorava demais. Era um pavor horrível. Foi quando eu percebi que não estava acontecendo. Foi quando me acalmei. Tive vontade de levantar e abraçá-la. Eu tive. Mas não fui. Ainda lembro que foi um dos piores. Imagine perder seu amor. Jamais quero ter essa experiência novamente, deixo dito.
Relatos de meu último sonho, por J.
I'm on the Highway to hell
No stop signs, speedin' limit
Nobody's gonna slow me down...
quinta-feira, 30 de julho de 2009
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