Com base em minha sorte de hoje, inventarei meu futuro, man. KKKKKKK.
Mentira! Mas seria legal se a gente inventasse o futuro e ele acontecesse conforme a gente quis *-* Mas como não é D: Alguém aí tem medo da própria sombra que nem eu? Alguém aí tem medo de grilo que nem eu? ALGUÉM AÍ TEM ALGUM TIPO DE PENSAMENTO OU REFLEXO PARECIDO COM OS MEUS? Bem, é complicado.
[...] estávamos nós dois observando o céu azul... eu mordendo as beiradas do chocolate e ele rindo do nada. incrível como coisas tão simples me fazem tão feliz... mas cada momento, por menor que seja, é sempre inifinito. com ele. o nome ''amor'' é pouco para explicar todo esse sentimento [...]
[...] Privada do contato com outras crianças, dividida entre a agitação da mãe e a distância glacial do pai, Amélie encontra refúgio no mundo que inventou. Nesse mundo, o disco de vinil é feito como as panquecas, e a mulher do vizinho, em coma há meses na verdade, resolveu dormir de uma vez só todo o sono de sua vida. "Assim posso ficar acordada dia e noite pelo resto da minha vida." O único amigo de Amélie chama-se Cachalote. Infelizmente, o ambiente familiar tornou-o neurastênico e suicida. As tentativas suicidas de Cachalote só aumentaram o estresse materno. Uma decisão foi tomada. "Chega!" Para consolar Amélie sua mãe lhe deu uma Instamatic Kodak de segunda mão. "Menina, o que você fez?" Um vizinho convence Amélie de que sua máquina tem um defeito: ela provoca acidentes. Como fotografou a tarde inteira, à noite, surge a dúvida atroz. Encolhe-se diante da TV atormentada pela culpa de um gigantesco incêndio, dois descarrilamentos, e a queda de um Boeing 747. Dias depois, percebendo que o vizinho zombara dela, Amélie decide vingar-se. Bem na frente do gol defendido por Jean-Paul Bertramand. Souzic, Zaramba "É gol!". "Atenção!". "Droga!" "Souzic, aos quatro minutos..." "Cuidado, hein!", "...abre o placar do meio-de-campo." "Souzic acaba de eliminar...", "Vamos lá!" Um dia, aconteceu a tragédia. Amandine levou Amélie à igreja para pedir que o céu lhe desse um irmão. A resposta divina veio três minutos depois. Infelizmente não foi um bebê, mas uma turista de Quebec... Marguerite Bouchard, decidida a acabar com sua vida. Amandine Poulain, em solteira, Fouet, morreu na hora.
Após a morte da mãe, Amélie passa a viver só com o pai. Este, pouco afetivo, fecha-se ainda mais. Inicia a construção de um mausoléu em miniatura para guardar as cinzas de sua mulher. Dias, meses e anos se passam. O mundo parece tão morto... que Amélie prefere sonhar até ter idade para partir. [...]
Se um dia encontrar um filme melhor que esse, me avise! Amélie, muda REALMENTE sua vida! ♥
constatações noturnas, por J.
ps: erikka te amo muito, tamanho do oceano, smack (K)
I'm on the Highway to hell
No stop signs, speedin' limit
Nobody's gonna slow me down...
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domingo, 23 de agosto de 2009
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